Actualidade e Novidade
01-12-2009 Os agentes de pastoral, na Diocese de Benguela, terminaram os trabalhos que decorreram de 23 a 26 de Novembro de 2009, com a tomada de posse da comissão instaladora da Associação Cristã de Gestores e Dirigentes (ACGD).
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25-11-2009
A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé divulgou a Programação Pastoral para o próximo ano. Certamente, outras actividades poderão ser incluídas oportunamente.
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21-11-2009 Ao acabar a 2ª Assembleia Geral ordinária do ano 2009, os bispos da CEAST emitiram o seguinte comunicado de imprensa
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17-11-2009 Os Bispos de Angola e S. Tomé estão reunidos, desde Sexta feira passada, na sua segunda assembleia anual que termina no próximo dia 20.
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03-04-2009 COMUNICADO
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Papa agradece e pede coragem aos angolanos!
24-03-2009 Discurso do Papa Bento XVI ao sair de Luanda para Roma, no Aeroporto 4 de Fevereiro no dia 23 de Março de 2009
Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
Ilustríssimas Autoridades civis, militares e eclesiásticas,
Prezados irmãos e irmãs em Cristo,
Amigos todos de Angola!
Vivamente sensibilizado pela presença de Vossa Excelência, Senhor Presidente, neste momento da minha partida, quero exprimir-lhe o meu apreço e gratidão pelo tratamento fidalgo que me reservou e as disposições tomadas para facilitar o desenvolvimento dos diferentes encontros que me foram dado viver. Tanto às autoridades civis e militares como aos Pastores e responsáveis das comunidades e instituições eclesiais envolvidas nos mesmos, dirijo os mais cordiais agradecimentos por todas as amabilidades que tiveram para comigo durante estes dias que pude passar entre vós. Uma palavra de reconhecimento devo-a aos operadores dos meios de comunicação social, aos agentes dos serviços de segurança e a todos os voluntários que, com generosidade, eficiência e discrição, contribuíram para o bom êxito da minha visita.
Estou grato a Deus por ter encontrado uma Igreja viva e, apesar das dificuldades, cheia de entusiasmo, que soube carregar a sua cruz e a dos outros, testemunhar perante todos a força salvífica da mensagem evangélica. Ela continua a anunciar que chegou o tempo da esperança, empenhando-se na pacificação dos ânimos e convidando ao exercício duma caridade fraterna que saiba abrir-se ao acolhimento de todos, no respeito das ideias e sentimentos de cada um. É hora de me despedir para voltar a Roma, triste por vos deixar, mas feliz por ter conhecido de perto um povo corajoso e decidido a renascer. Não obstante as resistências e os obstáculos, este povo pretende construir o seu futuro caminhando por sendas de perdão, justiça e solidariedade.
Se me permitissem um apelo final, seria para pedir que a justa realização das aspirações fundamentais das populações mais necessitadas constitua a preocupação principal de quantos ocupam cargos públicos, visto que a sua intenção – estou certo – é desempenhar a missão recebida, não para si mesmos, mas em vista do bem comum. O nosso coração não pode estar em paz, enquanto virmos irmãos sofrerem por falta de alimento, de trabalho, de um tecto ou de outros bens fundamentais. Entretanto para se oferecer uma resposta concreta a estes nossos irmãos em humanidade, o primeiro desafio a vencer é o da solidariedade: solidariedade entre as gerações, solidariedade entre países e entre continentes que dê origem a uma partilha cada vez mais equitativa das riquezas da terra entre todos os homens.
E de Luanda estendo o olhar para a África inteira, despedindo-me até ao próximo mês de Outubro na Cidade do Vaticano, quando nos reunirmos para a II Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos dedicada a este continente, onde o Verbo de Deus humanado em pessoa encontrou refúgio. Agora peço a Deus que faça sentir a sua protecção e ajuda aos refugiados e deslocados sem número que vagueiam à espera de um retorno a casa. O Deus do céu repete-lhes: «Ainda que tua mãe te esquecesse, Eu nunca te esqueceria» (cf. Is 49, 15). É como filhos e filhas que Deus vos ama; Ele vela sobre os vossos dias e as vossas noites, sobre as vossas fadigas e aspirações.
Irmãos e amigos de África, queridos angolanos, coragem! Não vos canseis de fazer progredir a paz, cumprindo gestos de perdão e trabalhando pela reconciliação nacional, para que jamais prevaleça a violência sobre o diálogo, o medo e o desânimo sobre a confiança, o rancor sobre o amor fraterno. E isto poderá acontecer se vos reconhecerdes uns aos outros como filhos do mesmo e único Pai do Céu.
Deus abençoe Angola! Abençoe cada um dos seus filhos e filhas!
Abençoe o presente e o futuro desta querida Nação.
Ficai com Deus!
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Visita satisfatória
22-03-2009 A visita de Sua Santidade Bento XVI contou, com duas conferências de Imprensa, realizadas no Centro de Imprensa Anibal de Melo, com a presença dos orgãos nacionais e internacionais presentes nesta visita. A primeira que se seguiu a Celebração da Santa Missa com os Sacerdotes, Religiosos e Catequistas na Paróquia de São Paulo, onde o Santo Padre em gesto de resposta ao acolhimento ofereceu uma imagem do mesmo Patrono, foi presidida pelo Padre, Lombardo, porta voz da Santa Sé para a visita papal, com auxilio dos Bispos, Manuel Imbamba, bispo da Diocese do Dundo e Frank Mubuasah, de Botswana, em representação dos Bispos da Africa Austral. O porta voz do Vaticano iniciou por afirmar que Sua Santidade estava contente, pelo calor e acolhida brindadas pelo povo angolano, tanto pela representação eclesiástica, quanto pelo estado. Procurou justificar os ventos levantados acerca do pronunciamento de Sua Santidade a respeito do aborto: "O Papa não disse nada sobre o aborto terapêutico, apenas condenou o aborto, tanto clandestino como o usado abertamente para justificar-se a morte de inocentes". Por sua vez, Dom Manuel Imbamba, em representação da CEAST, disse que até aquele momento a Conferência estava satisfeita com tudo o que se estava a ganhar com a visita do Santo Padre. Nesta mesma conferência de Imprensa, os jornalistas, expuseram questões relacionadas ao aborto terapêutico, da Radio Ecclesia, o encontro a ter com os vários estratos da juventude angolana, a corrupção em África, o fenómeno do feitiço. Questões prontamente respondidas pelos bispos acima referidos. A segunda conferência de Imprensa realizada neste domingo, após a Santa Missa Celebrada no campo da Cimangol, procurou fazer um esclarecimento a respeito incidente de dois jovens, falecidos no sufoco sofrido no Estádio dos Coqueiros, em Luanda, durante o encontro dos Jovens com o Santo Padre. Na ocasião apresentou às condolencias de Bento XVI.
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Papa reza pela reconciliação
22-03-2009 Mais de 1 milhão de fiéis na esplanada de Cimangola, o Papa explicou a razão da sua missão: “Vim à África precisamente para proclamar esta mensagem de perdão, de esperança e de uma nova vida em Cristo”. O 3º Domingo da Quaresma, em Angola, é dedicado ao tema da reconciliação nacional. O dia foi instituído em pleno tempo do conflito armado. Bento XVI recordou aos cristãos que pelo baptismo receberam a força do Espírito Santo para ser construtores de um futuro melhor. Por isso, proclamou, “não tenhais medo ainda que isto signifique ser um sinal de contradição”, disse. Para o Papa, a Igreja em Angola e na África está destinado a ser perante o mundo, um sinal daquela unidade a que é chamada toda a família humana mediante a fé em Cristo Redentor.
Tristeza nos Coqueiros
Na missa, o Papa rezou pelas duas jovens que perderam a vida, ao entrar no Estádio dos Coqueiros, em Luanda, devido a um incidente que deixou 40 pessoas feridas. Bento XVI apresentou condolências às famílias enlutadas e desejou rápidas melhores para os feridos no incidente. As jovens, uma era de Luanda da Paróquia de S. Pedro e a outra peregrina da Paróquia do Cabo, Ilha de Luanda traziam o desejo de ver o Papa. O cardeal Bertone, secretário de Estado do Vaticano visita o Hospital para confortar os feridos, em nome do Papa na tarde deste Domingo, enquanto o papa fala às mulheres.
Mulheres e o Papa
Bento XVI exaltou o testemunho feminino na construção de uma sociedade mais humana, evocando as palavras da mãe de Jesus, “Não tem vinho”. Para o Papa, a presença de Maria é imagem de que homem e mulher são chamados a uma comunhão profunda no recíproco reconhecimento. “A mulher é um outro eu na comum humanidade”, disse. O Papa partilhou o testemunho heróico de Teresa Gomes, angolana que faleceu em 2004 na cidade do Sumbe. Teresa defendeu com amor a Igreja e bravura e a tornou incansável e Maria Bonino, missionária italiana vitima, voluntária para a Diocese do Uije. Devotada ao seu cuidado diário de milhares de crianças lá internadas, Maria haveria de pagar com o sacrifício mais alto o serviço lá prestado durante uma terrível epidemia da febre hemorrágica de Marburg, acabando ela mesma contagiada; ainda transferida para Luanda, aqui faleceu e aqui repousa desde 24 de Março de 2005.
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Papa apela ao exemplo dos antepassados
21-03-2009 Os nomes de do rei dom Afonso I, Mbemba-a-Nzinga (1506 até 1543) com uma representação de um embaixador em Roma e outros que há quinhentos anos, deram inicio, em Mbaza Congo a um reino cristão no sul do Saara, aparece nos discurso do Papa como hemensagem de empenho para os Angolanos. No aeroporto 4 Fevereiro ao pisar o solo angolano, Bento XVI disse que o valor é um crédito e na missa de S. Paulo, no 2º dia da sua visita aos Agentes de Pastoral indicou que é um compromisso. "Hoje cabe a vós, irmãos na sendea destes heróricos santos mensageiros de Deus oferecer Cristo Ressuscitados aos vossos compatriotas". Para o Papa muitos destes vivem e crêem ameaçados e chegam a condenar meninos de rua até os mais velhos, porque dizem que são feitieiros.
"Venerados e amados irmãos e irmãs, digamos-lhes como o povo israelita: Vinde, voltemos para o Senhor. Se Ele nos feriu, Ele nos curará. Ajudemos a encontrar-se a miséria humana com a Misericórdia divina. O Senhor faz-nos seus amigos, entrega-Se a nós, entrega-nos o seu Corpo na Eucaristia, entrega-nos a sua Igreja. E então devemos ser verdadeiramente seus amigos, ter com Ele um só sentir, querer aquilo que Ele quer e não querer aquilo que Ele não quer. O próprio Jesus disse: Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando Seja este o nosso propósito comum: fazermos, todos juntos, a sua santa vontade: Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura. Abracemos a sua vontade, como fez São Paulo: Anunciar o Evangelho (…) é uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não evangelizar"!
Coqueiros
Ja na tarde deste mesmo dia, o campo dos Coqueiros foi pequeno para acolher cerca de 35 mil jovens que vieram cantar, rezar e aclamar o Papa. Enocrajando-os disse em voz alta: " é preciso recomemecar e criar a dinamica do futuro porque Deus faz de nós novas criaturas".Era toda uma apoteose e com um "Viva Angola"! Bento XVI deixou os Coqueiros e, do rosto dos presentes, a saudade e a esperança de voltar a ver este amigo de sempre!
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Bento XVI cria diocese e nomeia bispo em Angola
20-03-2009 No discurso (de cerca de 11 minutos) aos Bispos de Angola e S. Tomé e Príncipe, o Papa Bento disse: "Tomei a decisão de criar uma nova diocese em Angola... Tenho a alegria de vos anunciar a criação da diocese de Namibe desmembrada da Arquidiocese de Lubango". Para seu bispo, o Papa nomeou o padre Mateus Feliciano, pároco da Sé Catedral do Huambo, doutorado em Teologia Moral que também desempenhava as funções de chanceler e de professor no Seminário Maior de Cristo Rei no Huambo. Este anúncio do Papa surge ao pedido formulado no discurso proferido momentos antes pelo Arcebispo de Luanda Dom Damião Franklin. Namibe é eclesiáticamente uma vigararia da Arquidiocese do Lubango. É uma cidade e município de Angola, capital da província do Namibe. Tem 8 916 km² e cerca de 162 mil habitantes. É limitado a Norte pelo município de Baía Farta, (Benguela) a Este pelos municípios de Camacuio, Bibala e Virei, a Sul pelo município de Tômbua, e a Oeste pelo Oceano Atlântico. É constituído pelas comunas de Namibe, Lucira e Bentiaba. Foi fundada em 1840 e, até 1985, foi denominada Moçâmedes. É o terceiro maior porto de Angola, depois de Luanda e Lobito. É também o terminal do caminho-de-ferro do Namibe. A região é maioritariamente desértica, com clima fresco e seco. Alberga a Welwitschia mirabilis, espécie de planta que só existe nesta região.
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Papa lembrou as vitimas das cheias
20-03-2009 Discurso na Aeroporto 4 de Fevereiro
"Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
Ilustríssimas Autoridades civis e militares,
Venerados Irmãos no Episcopado,
Queridos amigos angolanos!
Com um profundo sentimento de respeito e simpatia, piso o solo desta nobre e jovem Nação no âmbito duma visita pastoral, que, no meu espírito, tem por horizonte o continente africano, mas os passos tive de os limitar a Yaoundé e Luanda. Saibam porém que, no meu coração e oração, tenho presentes a África em geral e o povo de Angola em particular, a quem desejo oferecer o meu cordial encorajamento a prosseguir no caminho da pacificação e da reconstrução do país e das instituições.
Senhor Presidente, começo por lhe agradecer o amável convite que me fez para visitar Angola e as cordiais expressões de boas-vindas que acaba de me dirigir. Aceite a minha deferente saudação e venturosos votos, que estendo às demais autoridades que gentilmente vieram receber-me. Saúdo toda a Igreja Católica em Angola na pessoa dos seus Bispos aqui presentes e agradeço a todos os amigos angolanos o caloroso acolhimento que me reservaram. A quantos me acompanham pela rádio e televisão chegue a expressão da minha amizade, com a certeza da benevolência do Céu sobre a missão comum que nos está confiada: construirmos juntos uma sociedade mais livre, mais pacífica e mais solidária.
Como não recordar aquele ilustre visitante que abençoou Angola no mês de Junho de 1992: o meu amado antecessor João Paulo II?! Incansável missionário de Jesus Cristo até aos confins da terra, mostrou o caminho para Deus, convidando todos os homens de boa vontade a escutarem a própria consciência rectamente formada e a edificarem uma sociedade de justiça, paz e solidariedade, na caridade e no perdão recíproco. Quanto a mim, venho de um país onde a paz e a fraternidade são caras aos corações de todos os habitantes, em particular de quantos – como eu – conheceram a guerra e a separação entre irmãos pertencentes à mesma nação, por causa de ideologias devastadoras e desumanas que, sob a falsa aparência de sonhos e ilusões, faziam pesar sobre os homens o jugo da opressão. Compreendeis por isso como sou sensível ao diálogo entre os homens para superar qualquer forma de conflito e de tensão e fazer de cada nação – e, por conseguinte, também da vossa Pátria – uma casa de paz e fraternidade. Com tal finalidade, deveis tirar do vosso património espiritual e cultural os valores melhores de que Angola é portadora, para irdes ao encontro uns dos outros sem medo, aceitando partilhar as próprias riquezas espirituais e materiais em benefício de todos.
Como não pensar aqui nas populações da província do Kunene flageladas por chuvas intensas e aluviões que provocaram numerosos mortos e deixaram tantas famílias desalojadas pela destruição das suas casas? Àquelas provadas populações desejo neste momento fazer chegar a certeza da minha solidariedade juntamente com um particular encorajamento à confiança para recomeçarem com a ajuda de todos.
Queridos amigos angolanos, o vosso território é rico; a vossa nação é forte. Usai, porém, estes vossos créditos para favorecer a paz e o entendimento entre os povos, numa base de lealdade e igualdade que promova na África aquele futuro pacífico e solidário a que todos aspiram e têm direito. Para isso, vos peço: Não vos rendais à lei do mais forte! Porque Deus concedeu aos seres humanos voar, sobre as suas tendências naturais, com as asas da razão e da fé. Se vos deixardes levar por elas, não será difícil reconhecer no outro um irmão que nasceu com os mesmos direitos humanos fundamentais. Infelizmente, dentro das vossas fronteiras angolanas, há ainda tantos pobres que reclamam o respeito dos seus direitos. Não se pode esquecer a multidão de angolanos que vive abaixo da linha de pobreza absoluta. Não desiludam as suas expectativas!
Trata-se de uma obra imensa, que requer uma maior participação cívica de todos. É necessário envolver nela a sociedade civil angolana inteira, mas esta precisa de apresentar-se mais forte e articulada tanto entre as forças que a compõem como também no diálogo com o Governo. Para dar vida a uma sociedade verdadeiramente atenta ao bem comum, são necessários valores compartilhados por todos. Estou convencido de que Angola poderá encontrá-los também hoje no Evangelho de Jesus Cristo, como sucedeu tempos atrás com um vosso ilustre antepassado, Dom Afonso I Mbemba-a-Nzinga; há quinhentos anos, deu ele início em Mbanza Congo a um reino cristão que sobreviveu até ao século XVIII. Das suas cinzas pôde depois surgir, já na passagem do século XIX para o XX, uma Igreja renovada que não pára de crescer até aos dias de hoje, graças a Deus! Eis o motivo imediato que me trouxe a Angola: encontrar-me com uma das mais antigas comunidades católicas da África sub-equatorial, para a confirmar na sua fé em Jesus ressuscitado e unir-me às preces de seus filhos e filhas para que o tempo da paz, na justiça e na fraternidade, não conheça ocaso em Angola, permitindo-lhe cumprir a missão que Deus lhe confiou em favor do seu povo e no concerto das nações.
Deus abençoe Angola!"
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