AFRICAE MUNUS
31-01-2012
O presidente da CEAST, dom Gabriel Mbilingui, considerou hoje, em Luanda, que as igrejas em África devem ser chamadas a estar ao serviço da paz, justiça e reconciliação, por forma a contribuírem para a redução de conflitos e injustiças verificadas em algumas regiões do continente.
Falando à imprensa, durante a apresentação da exortação apostólica pos-sinodal “africae munus“, ( O documento aqui ) referiu que a África não conhece o desenvolvimento, a estabilidade e o sossego que lhe permite explorar as grandes riquezas dos países do continente, devido a falta de entendimento entre os homens. Por isso, a igreja não pode passar ao lado da situação.
O sacerdote afirmou que os conflitos de ordem política e económica acabam por levar os melhores protagonistas que ajudariam África a desenvolver, sendo este um grande desafio que o continente tem.
“O continente precisa de desenvolvimento. Mas para tal é preciso que haja pessoas competentes nos vários domínios da vida política, social, económica e cultural do países”, frisou
Considerou importante baixar as tenções entre mundo muçulmano e o católico, para fazer do continente africano uma região pacífica, onde a justiça e a paz sejam preservadas e se abra o caminho do desenvolvimento.
Dom Gabriel Mbilingui falou também da importância do diálogo entre as igrejas cristas e a católica.
Considerou que muitas das família vivem na desordem, falta de harmonia e amor, daí convocar os africanos de vários estratos sociais a darem o seu contributo, para que as pessoas vivam em paz.